Software livre, capitalismo, socialismo e um possível caminho novo
Discussão do uso de Linux por iniciativa privada ou estatal que deram errado (computadores/eletrodomésticos baratos e inclusão digital por licitação) e os que parecem que vão dar certo (ChromeOS e Pardus Linux). Reflexão sobre sistemas econômicos (capitalismo/socialismo) e por fim (mais polêmico!), sugestão de um caminho novo para uma sociedade ideal.
Parte 2: Boas experiências (Pardus e ChromeOS)
Mas temos boas experiências (ou promessas) no setor público e privado: o Pardus Linux e o ChromeOS.
Pardus Linux é uma versão do Linux produzida pelo governo da Turquia, e tem sido muito bem vista.
Já ChromeOS é um versão que o Google está prometendo lançar, já que o Google está lançando de tudo quanto é coisa, já tendo lançado Chrome no ramo dos navegadores de internet, que aliás é oferecido pelo Youtube, Gmail, buscas etc, enfim, pelas várias empresas do Google e assim consegue facilmente um público (principalmente quando ela diz que Youtube e Gmail são mais fáceis de visualizador pelo navegador deles mesmos).
Nota-se que temos um governo e uma multinacional querendo oferecer Linux. Mas a comunidade do software livre não reclama e até agradece se eles mantiverem o código aberto e ajudarem a melhorar o sistema e é claro, oferecerem um bom sistema para as pessoas. Na história do software livre, esses termos já foram violados de várias maneiras (sendo a questão do código passível de ir a tribunais), mas as más experiências que aqui expomos pecam muito nos dois últimos.
Enfim, o comprometimento deles (governo turco e Google) é diferente. Ainda que Pardus seja utilizado por gente fora da Turquia (graças ao suporte multilíngue que oferecem), sem dúvida o impacto internacional será maior no caso do ChromeOS, e alguns dirão que Linux finalmente vai ameaçar Microsoft (pelo menos nos netbooks, que é objetivo do Google), graças ao apoio de uma mega-multinacional.
Em outras palavras, alguns dirão que será por esse grande interesse capitalista que o Linux atingirá as massas. Bem, mas temos o Pardus Linux para mostrar que os governos também podem fazer um bom trabalho se quiserem, o que também pode atingir muita gente se usarem o sistema para gerenciar a burocracia e nos programas de inclusão digital.
Por enquanto vamos anotar que tanto na iniciativa privada quanto na pública as experiências podem ser boas ou ruins dependendo da abordagem que fazem, não se trata de taxar "dá errado pois é feito pelo governo" ou "dá errado pois só visam o lucro".
Pardus Linux é uma versão do Linux produzida pelo governo da Turquia, e tem sido muito bem vista.
Já ChromeOS é um versão que o Google está prometendo lançar, já que o Google está lançando de tudo quanto é coisa, já tendo lançado Chrome no ramo dos navegadores de internet, que aliás é oferecido pelo Youtube, Gmail, buscas etc, enfim, pelas várias empresas do Google e assim consegue facilmente um público (principalmente quando ela diz que Youtube e Gmail são mais fáceis de visualizador pelo navegador deles mesmos).
Nota-se que temos um governo e uma multinacional querendo oferecer Linux. Mas a comunidade do software livre não reclama e até agradece se eles mantiverem o código aberto e ajudarem a melhorar o sistema e é claro, oferecerem um bom sistema para as pessoas. Na história do software livre, esses termos já foram violados de várias maneiras (sendo a questão do código passível de ir a tribunais), mas as más experiências que aqui expomos pecam muito nos dois últimos.
Enfim, o comprometimento deles (governo turco e Google) é diferente. Ainda que Pardus seja utilizado por gente fora da Turquia (graças ao suporte multilíngue que oferecem), sem dúvida o impacto internacional será maior no caso do ChromeOS, e alguns dirão que Linux finalmente vai ameaçar Microsoft (pelo menos nos netbooks, que é objetivo do Google), graças ao apoio de uma mega-multinacional.
Em outras palavras, alguns dirão que será por esse grande interesse capitalista que o Linux atingirá as massas. Bem, mas temos o Pardus Linux para mostrar que os governos também podem fazer um bom trabalho se quiserem, o que também pode atingir muita gente se usarem o sistema para gerenciar a burocracia e nos programas de inclusão digital.
Por enquanto vamos anotar que tanto na iniciativa privada quanto na pública as experiências podem ser boas ou ruins dependendo da abordagem que fazem, não se trata de taxar "dá errado pois é feito pelo governo" ou "dá errado pois só visam o lucro".