Window Maker 0.95.4 no Debian Testing - Instalação, configuração e dicas
Este artigo ensina a compilar, instalar, configurar e personalizar o Window Maker 0.95.4 (lançado em 03/01/2013), usando o Debian Testing como base, mas com o intuito de ser igualmente válido para qualquer distribuição séria e estável.
Introdução
Salve, salve companheiros do Viva o Linux!
O Dino sai de sua caverna mesozoica para compartilhar mais um conhecimento do "tempo do onça" com vocês. O material de hoje reza sobre uma das melhores interfaces gráficas que o GNU/Linux conheceu: o Window Maker.
Mais especificamente, vou falar sobre como instalar e configurar o WMaker (como, às vezes, ele é carinhosamente chamado) no Debian Testing, mas, acredite em mim, estas diretrizes funcionarão bem em qualquer distro séria.
Antes de mais nada, um pouco de história. Conforme eu já escrevi em meu primeiro artigo aqui no VOL, o WMaker é um gerenciador de janelas único, que prima pela leveza, segurança e flexibilidade.
Desenvolvido pelo brasileiro Alfredo Kojima como um aperfeiçoamento do AfterStep, o WMaker não apenas foi por muito tempo o gerenciador de janelas padrão do GNU/Linux, como ainda hoje é o recomendado pelo projeto GNUStep (a versão livre do AfterStep).
Com o passar dos anos, o desenvolvimento da tecnologia de hardware permitiu a criação de ambientes de área de trabalho graficamente mais trabalhados, como o GNOME e o KDE, e o WMaker foi aos poucos sendo abandonado pela maioria dos usuários do pinguim.
A principal razão para esse abandono pode ser definida como preguiça: as pessoas não se incomodavam em usar esses ambientes de área de trabalho que, notoriamente, consomem mais recursos do computador, porque não precisavam editar diretamente os arquivos de configuração para personalizar o sistema.
Note que a preguiça não é algo ruim, pois sem ela, jamais teríamos saído das cavernas e desenvolvido a mais insignificante tecnologia, mas o lado negativo é o abandono das coisas boas, apenas porque elas dão mais trabalho.
O desenvolvimento do WMaker, porém, não foi interrompido. A versão recente desse fantástico gerenciador de janelas, neste momento, tem apenas quatro semanas de vida (e essa foi uma das razões, entre outras, que me motivou a escrever o artigo agora), e conta com recursos muito interessantes.
Neste artigo ensinarei como instalar o WMaker a partir do código-fonte, por isso, eu garanto que o artigo funcionará bem para qualquer usuário do GNU/Linux.
Agora, a pergunta que não quer calar: por que usar o WMaker?
Como o mais jovem slacker do pedaço (para quem não sabe de quem eu falo, veja Arthur_Hoch) descobriu, o WMaker é muito estável, altamente personalizável e muito leve.
Eu estava a consumir meros 1% da minha CPU (um Core i3) e 13% da memória no momento em que eu tirei esta screenshot. Sim, eu upei todos os applets do GNOME na sessão do WMaker, eu enchi de aplicativos docados, estava rodando o Google Chrome com várias abas abertas e ainda o tema GTK rodando ao fundo para garantir aquele visual arredondado que só o GNOME tem!
Enfim, chega de conversa. Vamos ao trabalho?
O Dino sai de sua caverna mesozoica para compartilhar mais um conhecimento do "tempo do onça" com vocês. O material de hoje reza sobre uma das melhores interfaces gráficas que o GNU/Linux conheceu: o Window Maker.
Mais especificamente, vou falar sobre como instalar e configurar o WMaker (como, às vezes, ele é carinhosamente chamado) no Debian Testing, mas, acredite em mim, estas diretrizes funcionarão bem em qualquer distro séria.
Antes de mais nada, um pouco de história. Conforme eu já escrevi em meu primeiro artigo aqui no VOL, o WMaker é um gerenciador de janelas único, que prima pela leveza, segurança e flexibilidade.
Desenvolvido pelo brasileiro Alfredo Kojima como um aperfeiçoamento do AfterStep, o WMaker não apenas foi por muito tempo o gerenciador de janelas padrão do GNU/Linux, como ainda hoje é o recomendado pelo projeto GNUStep (a versão livre do AfterStep).
Com o passar dos anos, o desenvolvimento da tecnologia de hardware permitiu a criação de ambientes de área de trabalho graficamente mais trabalhados, como o GNOME e o KDE, e o WMaker foi aos poucos sendo abandonado pela maioria dos usuários do pinguim.
A principal razão para esse abandono pode ser definida como preguiça: as pessoas não se incomodavam em usar esses ambientes de área de trabalho que, notoriamente, consomem mais recursos do computador, porque não precisavam editar diretamente os arquivos de configuração para personalizar o sistema.
Note que a preguiça não é algo ruim, pois sem ela, jamais teríamos saído das cavernas e desenvolvido a mais insignificante tecnologia, mas o lado negativo é o abandono das coisas boas, apenas porque elas dão mais trabalho.
O desenvolvimento do WMaker, porém, não foi interrompido. A versão recente desse fantástico gerenciador de janelas, neste momento, tem apenas quatro semanas de vida (e essa foi uma das razões, entre outras, que me motivou a escrever o artigo agora), e conta com recursos muito interessantes.
Neste artigo ensinarei como instalar o WMaker a partir do código-fonte, por isso, eu garanto que o artigo funcionará bem para qualquer usuário do GNU/Linux.
Agora, a pergunta que não quer calar: por que usar o WMaker?
Como o mais jovem slacker do pedaço (para quem não sabe de quem eu falo, veja Arthur_Hoch) descobriu, o WMaker é muito estável, altamente personalizável e muito leve.
Eu estava a consumir meros 1% da minha CPU (um Core i3) e 13% da memória no momento em que eu tirei esta screenshot. Sim, eu upei todos os applets do GNOME na sessão do WMaker, eu enchi de aplicativos docados, estava rodando o Google Chrome com várias abas abertas e ainda o tema GTK rodando ao fundo para garantir aquele visual arredondado que só o GNOME tem!
Enfim, chega de conversa. Vamos ao trabalho?