Um olhar sobre o Portage Tools - Parte II
Na primeira parte deste artigo vimos alguns conceitos sobre as ferramentas que o Portage utiliza para trabalhar. Apresentei superficialmente o emerge e suas próprias ferramentas: ebuilds, atoms, set e tbz2. Pois bem, é hora de continuarmos nossa jornada por dentro do Portage Tools, através de seus arquivos de configuração.
Parte 8: Finalizando
Para que o artigo não fique muito extenso e sua leitura um tanto quanto monótona, deixarei os próximos conteúdos para uma continuação desta série.
Ainda falta muito para vermos sobre as ferramentas do Portage. Como pudemos reparar, nem sempre estas se traduzem em software. Grande parte é arquivo de configuração que podemos editar e customizar de acordo com o que queremos. O Portage entende bem estas modificações, entretanto, é necessário um conhecimento mais aprofundado do sistema para que ele não se comporte de forma estranha.
Um SO bem configurado, independentemente da distro, possui uma base robusta e nos proporciona uma experiência única para aprendizagem e administração. No GNU/Linux temos este poder de modificarmos conforme nossa necessidade. O Gentoo oferece toda uma gama de opções para que o modifiquemos a baixo nível sem deixar de ser estável. Logicamente o usuário precisa saber o que está fazendo, porque nós somos o maior bug que um sistema pode ter.
Na continuação deste, veremos alguns pormenores sobre o arquivo make.conf, USE flags e o que elas representam para o sistema, entre outros assuntos.
Novamente espero que tenha sido do agrado de todos. É um assunto tão extenso que é difícil nortear um caminho e segui-lo. Mas espero conseguir bons resultados.
Um abraço.
Ainda falta muito para vermos sobre as ferramentas do Portage. Como pudemos reparar, nem sempre estas se traduzem em software. Grande parte é arquivo de configuração que podemos editar e customizar de acordo com o que queremos. O Portage entende bem estas modificações, entretanto, é necessário um conhecimento mais aprofundado do sistema para que ele não se comporte de forma estranha.
Um SO bem configurado, independentemente da distro, possui uma base robusta e nos proporciona uma experiência única para aprendizagem e administração. No GNU/Linux temos este poder de modificarmos conforme nossa necessidade. O Gentoo oferece toda uma gama de opções para que o modifiquemos a baixo nível sem deixar de ser estável. Logicamente o usuário precisa saber o que está fazendo, porque nós somos o maior bug que um sistema pode ter.
Na continuação deste, veremos alguns pormenores sobre o arquivo make.conf, USE flags e o que elas representam para o sistema, entre outros assuntos.
Novamente espero que tenha sido do agrado de todos. É um assunto tão extenso que é difícil nortear um caminho e segui-lo. Mas espero conseguir bons resultados.
Um abraço.
Simples e direto.
Parabéns.
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Encryption works. Properly implemented strong crypto systems are one of the few things that you can rely on. Unfortunately, endpoint security is so terrifically weak that NSA can frequently find ways around it. — Edward Snowden