bakunin escreveu:
O governo federal não apoiam nada, aliás não só o federal não apoia, o estadual, o municipal e o paroquial também não apoiam nada.
Aliás não deveriam apoiar nada, deveriam apenas definir qual distro usar no serviço público, como cabe a governo.
Essa história que Linux é Linux, é pensamento grupal. GNU-Linux é algo pouco mais que o Kernel do Linux Torvald, é unificado, não aceita palpites.
Distro não é Linux. Distros são coisas que Usam o GNU-Linux.
Quem quiser que o Linux seja mais que o GNU-LINUX do servidor precisa dar um jeito na floresta de distros, pelo menos nas grandes distros que são uma bagunça.
Um país deveria ter uma distro oficial para poder padronizar os serviços publicos e facilitar para os usuários. Não adianta cada botequinho ter a sua distro. Isso não leva a nada. Coisas para milhões precisa ter padrões mínimos de compatibilidade.
Tenho ainda um péssimo pressentimento que no dia qua o Linus Torvald não estiver mais na
www.kernel.org aquilo vai se atomizar em milhares de libertários cada qual com seu kernel, e um não conversa com o outro. Como diz a teoria dos jogos: A Tragédia dos Comuns.
Melhor que não haja apoio algum. Se o tal do "corporation" já é questionado como algo contra a liberdade (enriquecer ou não enriquecer, eis a questão?), imagina-se rumos de distros com o governo palpitando, principalmente às véperas das tais leis das regulamentações digitais?
Quando LT sair de cena será uma boa pergunta. Com quem ficará os direitos da marca "Linux", que é de propriedade dele?
Grandes movimentos costumam sectarizar-se com o fim de seus líderes. Sempre foi assim. Seja quando saem por um ditador malévolo tomar o controle ou quando alguém apenas sai da banda prá fazer carreira solo. De qualquer forma a melhor alternativa será a destacada.