Projeto OLPC - O famoso laptop de $100
No artigo deste mês vou falar sobre o polêmico e aguardado laptop de $100, o que é o projeto, qual sua relação com o Brasil, dúvidas frequentes sobre o projeto OLPC, os componentes de software do projeto, especificações de hardware, screenshots do sistema Linux em funcionamento nos laptops, fotos do lançamento do modelo B1 e meu comentário pessoal sobre este projeto e sua relação com o mundo do software livre, em especial sua relação para com o futuro do Linux.
O Que é o Projeto OLPC (One Leptop per Child)?
É uma nova iniciativa criada pelo professor Nicholas Negroponte em conjunto com a Media Laboratory, do Massachusetts Institute Of Technology, para desenvolver um laptop de $100, que irá revolucionar como nós educamos as crianças do mundo inteiro.
Entre os parceiros da OLPC estão empresas como AMD, Quanta, Brighstar, Google, Marvell, News Corp., Nortel e Red Hat, as empresas eBay e 3M estão em fase de avaliação da parceria . A OLPC negocia com Brasil, Argentina, Nigéria, Tailândia e Líbia. Sendo que a participação do Brasil no projeto é muito grande, tendo entre os desenvolvedores alguns brasileiros como Marcelo Tossati, além da compra de inúmeras unidades de laptops já confirmadas. A idéia é que cada país compre pelo menos 1 milhão de máquinas.
Entre os parceiros da OLPC estão empresas como AMD, Quanta, Brighstar, Google, Marvell, News Corp., Nortel e Red Hat, as empresas eBay e 3M estão em fase de avaliação da parceria . A OLPC negocia com Brasil, Argentina, Nigéria, Tailândia e Líbia. Sendo que a participação do Brasil no projeto é muito grande, tendo entre os desenvolvedores alguns brasileiros como Marcelo Tossati, além da compra de inúmeras unidades de laptops já confirmadas. A idéia é que cada país compre pelo menos 1 milhão de máquinas.
A primeira coisa que desejo é que o tenhamos educadores eficientes. Trabalho na matriz de uma rede de escolas de informática, e tem sido dificil encontrar pessoas competentes para lecionar. Uns tem teoria e pratica técnica e nenhuma didática, outros o contrário.
Aqui em MG, as superintendencias de ensino fizeram um suposto treinamento com professores da rede publica para que os mesmos pudessem lecionar e/ou utilizar linux para ensino.
Contudo o foco deste treinamento foram comandos nunca utilizados nem por adm de sistemas complexos linux, bem como editoração eletrônica de documentos utilizando o pico.
Achei o cúmulo do absurdo. Parece que as pessoas que fazem os planos de ensino e conteúdos querem denegrir a imagem do linux.
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Fique satisfeito de ver que o B1 é extremamente simples e funcional, sendo, aparentemente, bem mais fácil de utilizar que qualquer windows.
Tomara que esta moda pegue.
Um abraço e fiquem com Deus.