Projeto OLPC - O famoso laptop de $100
No artigo deste mês vou falar sobre o polêmico e aguardado laptop de $100, o que é o projeto, qual sua relação com o Brasil, dúvidas frequentes sobre o projeto OLPC, os componentes de software do projeto, especificações de hardware, screenshots do sistema Linux em funcionamento nos laptops, fotos do lançamento do modelo B1 e meu comentário pessoal sobre este projeto e sua relação com o mundo do software livre, em especial sua relação para com o futuro do Linux.
Parte 2: OLPC no Brasil
Em junho de 2005, Nicholas Negroponte, Seymour Papert e Mary Lou Jepsen vem ao Brasil, e expõe a idéia ao Presidente. Com grande entusiasmo ele se interessa pela idéia e cria um Comitê Gestor para discutir e avaliar o projeto.
No FISL de 2005, Walter Bender e David Cavallo falam em palestra a relação do Media Lab. e da OLPC com o software livre. Desde então o Comitê Gestor estuda e analisa meios de melhorar o projeto em âmbito nacional.
Em novembro, Kofi Annan, secretário-geral da ONU, e Negroponte apresentam o protótipo do laptop em Tunis, capital da Tunísia.
Já em 2006, Negroponte traz o segundo protótipo e confirma a parceria com o Brasil no projeto. Já em Abril, no FISL 7.0, Jim Gettys anuncia em sua palestra a utilização do sistema operacional Linux, e que os testes já haviam começado, e começado com sucesso em testes nos laboratórios da Quanta Computers.
No mês de Maio, os países participantes do projeto, se reúnem nos escritórios da OLPC em dois dias de reunião, aonde é apresentando finalmente o protótipo funcional do laptop.
Em Julho o Ministério da Ciência e Tecnologia, tem reuniões em que estudaram e analisaram meios de usar a Tecnologia da Informação no ensino e a adaptação do projeto OLPC com a realidade nacional. Dentre os participantes da reunião temos Centro de Pesquisas Renato Archer, Fundação CERTI, e o Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da USP.
Em 24 de novembro, na base aérea de Cumbica, São Paulo, o presidente Lula recebe de Nicholas Negroponte um protótipo funcional do laptop de $100, agora batizado de B1, tendo sido o primeiro chefe de Estado a receber o computador, graças à grande participação, interesse e comprometimento do Brasil com o projeto. No encontro Negroponte anuncia que o Brasil vai fabricar os servidores usados no projeto para o mundo todo.
No FISL de 2005, Walter Bender e David Cavallo falam em palestra a relação do Media Lab. e da OLPC com o software livre. Desde então o Comitê Gestor estuda e analisa meios de melhorar o projeto em âmbito nacional.
Em novembro, Kofi Annan, secretário-geral da ONU, e Negroponte apresentam o protótipo do laptop em Tunis, capital da Tunísia.
Já em 2006, Negroponte traz o segundo protótipo e confirma a parceria com o Brasil no projeto. Já em Abril, no FISL 7.0, Jim Gettys anuncia em sua palestra a utilização do sistema operacional Linux, e que os testes já haviam começado, e começado com sucesso em testes nos laboratórios da Quanta Computers.
No mês de Maio, os países participantes do projeto, se reúnem nos escritórios da OLPC em dois dias de reunião, aonde é apresentando finalmente o protótipo funcional do laptop.
Em Julho o Ministério da Ciência e Tecnologia, tem reuniões em que estudaram e analisaram meios de usar a Tecnologia da Informação no ensino e a adaptação do projeto OLPC com a realidade nacional. Dentre os participantes da reunião temos Centro de Pesquisas Renato Archer, Fundação CERTI, e o Laboratório de Sistemas Integráveis (LSI) da USP.
Em 24 de novembro, na base aérea de Cumbica, São Paulo, o presidente Lula recebe de Nicholas Negroponte um protótipo funcional do laptop de $100, agora batizado de B1, tendo sido o primeiro chefe de Estado a receber o computador, graças à grande participação, interesse e comprometimento do Brasil com o projeto. No encontro Negroponte anuncia que o Brasil vai fabricar os servidores usados no projeto para o mundo todo.
A primeira coisa que desejo é que o tenhamos educadores eficientes. Trabalho na matriz de uma rede de escolas de informática, e tem sido dificil encontrar pessoas competentes para lecionar. Uns tem teoria e pratica técnica e nenhuma didática, outros o contrário.
Aqui em MG, as superintendencias de ensino fizeram um suposto treinamento com professores da rede publica para que os mesmos pudessem lecionar e/ou utilizar linux para ensino.
Contudo o foco deste treinamento foram comandos nunca utilizados nem por adm de sistemas complexos linux, bem como editoração eletrônica de documentos utilizando o pico.
Achei o cúmulo do absurdo. Parece que as pessoas que fazem os planos de ensino e conteúdos querem denegrir a imagem do linux.
+++++++
Fique satisfeito de ver que o B1 é extremamente simples e funcional, sendo, aparentemente, bem mais fácil de utilizar que qualquer windows.
Tomara que esta moda pegue.
Um abraço e fiquem com Deus.