Futuro do software livre após as eleições
Os ataques direcionados pelas empresas de software proprietário ao software livre (principalmente ao Linux), empresas que querem a qualquer custo manterem sua "fatia" de mercado e outros problemas que a mídia noticia em vésperas de eleições. Como será que isso afeta o futuro do software livre e, conseqüentemente, o Linux?
Introdução
Gostaria de começar dizendo que sou a favor da livre concorrência.
Se uma determinada empresa acha que os produtos proprietários satisfazem a sua necessidade, ótimo, implemente-os e pague por isso.
Se os recursos são limitados (o que geralmente acontece), ou se os produtos proprietários não se adequam, ou ambos, o Linux (e demais SL) são bem vindos.
Porém, o comportamento de algumas empresas que querem manter o monopólio a qualquer custo é algo lamentável. Seja essa empresa brasileira ou estrangeira, é algo que não pode-se tolerar.
Os Governos Brasileiros (Federal, Estadual e Municipal) estão contribuindo fortemente para a consolidação do SL na Administração Pública, o que possivelmente irá atrair ainda mais empresas privadas a seguirem o exemplo, economizando recursos e tendo sistemas mais adequados. Isso pode gerar demanda por serviços, tais como implementação, migração, desenvolvimento de aplicações customizadas, etc. Para os profissionais que trabalham com software livre, haverá muito trabalho. Para o governo, haverá maior arrecadação de impostos por parte desses profissionais. Vejo, então, vantagem para todos.
Porém, a mídia tem noticiado que os "funcionários" (que na verdade, nem funcionários são) dos Telecentros implementados pela Prefeitura de São Paulo estão com os pagamentos de Junho atrasados; situação que se repete mês a mês desde o final do ano passado.
Em conjunto com os "ataques" que as empresas de software proprietário têm direcionado ao governo, com a iniciativa de apoiar o Software Livre, isso não tende a diminuir a confiabilidade dos atuais usuários, e desencorajar os novos? Será que não haverá manipulação da "massa eleitoral" para eleger novos governantes e, conseqüentemente, "matar" os projetos de SL?
Deixo "aberta" a discussão, que por enquanto, ainda é livre...
Se uma determinada empresa acha que os produtos proprietários satisfazem a sua necessidade, ótimo, implemente-os e pague por isso.
Se os recursos são limitados (o que geralmente acontece), ou se os produtos proprietários não se adequam, ou ambos, o Linux (e demais SL) são bem vindos.
Porém, o comportamento de algumas empresas que querem manter o monopólio a qualquer custo é algo lamentável. Seja essa empresa brasileira ou estrangeira, é algo que não pode-se tolerar.
Os Governos Brasileiros (Federal, Estadual e Municipal) estão contribuindo fortemente para a consolidação do SL na Administração Pública, o que possivelmente irá atrair ainda mais empresas privadas a seguirem o exemplo, economizando recursos e tendo sistemas mais adequados. Isso pode gerar demanda por serviços, tais como implementação, migração, desenvolvimento de aplicações customizadas, etc. Para os profissionais que trabalham com software livre, haverá muito trabalho. Para o governo, haverá maior arrecadação de impostos por parte desses profissionais. Vejo, então, vantagem para todos.
Porém, a mídia tem noticiado que os "funcionários" (que na verdade, nem funcionários são) dos Telecentros implementados pela Prefeitura de São Paulo estão com os pagamentos de Junho atrasados; situação que se repete mês a mês desde o final do ano passado.
Em conjunto com os "ataques" que as empresas de software proprietário têm direcionado ao governo, com a iniciativa de apoiar o Software Livre, isso não tende a diminuir a confiabilidade dos atuais usuários, e desencorajar os novos? Será que não haverá manipulação da "massa eleitoral" para eleger novos governantes e, conseqüentemente, "matar" os projetos de SL?
Deixo "aberta" a discussão, que por enquanto, ainda é livre...
Vejo algo do tipo (embarcação furada) em muitos pontos dos planejamentos de Software livre, mas algo, de experiencia posso afirmar.. se o Governo em um futuro proximo se retrair aos principios e atitudes relacionadas ao SL, muito pouco provável isso acarretará em prejuizos a comunidade, ou mesmo ao progresso do SL ou de seus usuários.
Aqui na empresa por exemplo, independente de a+b seremos utilizadores do SL e suas soluções de alto desempenho, escabilidade e custos Reduzidos. Tadavia seu comentário pode ser um fato concreto.