Enviado em 23/09/2013 - 10:38h
Se aquela anedota fosse contada por um detetive particular daqueles típicos do cinema, seria mais ou menos assim:
"A minha namorada Annie e eu estávamos juntos há mais de um ano, por isso decidimos casar em Las Vegas, Nevada.
Só havia uma coisa que me chateava: Era a irmã mais nova dela, Elsie.
A minha futura cunhada tinha 18 aninhos, usava mini saias com um bumbum durinho e perfeito e grandes decotes com belos e fartos seios…
Tinha a mania de se abaixar bem perto de mim, me olhando com seu olhar de atrevida, e tive muitas vezes visões da sua provocante roupa interior.
Um dia, às 07:30 da manhã, convidou-me para ir ver os convites do meu casamento que estavam prontos.
Disse-me que em breve eu estaria casado e confessou que ela tinha sentimentos e desejos por mim, que ela não conseguia esquecer e nem queria esquecer!
Disse-me que queria fazer amor comigo somente uma vez antes de eu me casar.
Eu fiquei em total choque e nem consegui dizer uma palavra!
Ela disse:
-Vou lá para cima, para o meu quarto, se quiseres…
Fiquei atônito. Estava congelado, enquanto a observava subir as escadas. Quando ela chegou ao topo da escada, puxou a calcinha e atirou-a pela escada para mim. Era uma calcinha vermelha, tamanho S, da marca Ajax.
Eu fiquei lá por um momento, cerca de 20 segundos, então virei-me em 180 graus e fui direto à porta da frente.
Abri rapidamente a porta e saí da casa, indo correndo para o meu carro, um velho Oldsmobile que me acompanhava já havia uns 20 anos.
O meu futuro sogro John, minha noiva e minha futura sogra Mary Ann estavam lá fora e pisavam na grama bem cuidada.
Com lágrimas nos olhos, meu futuro sogro abraçou-me e disse:
- Estamos muito contentes que tenhas conseguido passar no nosso pequeno teste… Não podíamos pedir um melhor homem para nossa filha. Bem-vindo a família!"
MORAL DA HISTÓRIA: É melhor guardar as camisinhas no porta-luvas do carro do que na carteira de couro de canguru, onde haviam apenas minha carteira de motorista e trinta dólares.