Enviado em 18/05/2013 - 11:18h
ANEDOTA DE CACHORRO QUENTE LISBOETA
Um alentejano vai a Lisboa pela primeira vez.
Quando lá chega entra num bar e, como estava cheio de fome, pergunta ao empregado o que é que eles costumam servir.
Responde-lhe o empregado:
- Olhe! Nós, aqui em Lisboa costumamos servir cachorro-quentes!
- Então dê-me lá o cachorro! - responde-lhe o alentejano.
Quando o empregado lhe dá o cachorro, este abre-o e diz:
- Mas que droga(*)! Tinha-me logo que calhar a pior parte do cão!...
(*) Na verdade, o termo empregado é sinônimo de "bastão", "tacape", etc.
Como aqui no Brasil "aquele" termo acaba sendo um palavrão, usamos em seu lugar o "que droga".
Acontece a mesma coisa com o "shit!!...", bastante divulgado pelo cinema norteamericano, que sempre é traduzido como "droga!!..."
Um alentejano vai a Lisboa pela primeira vez.
Quando lá chega entra num bar e, como estava cheio de fome, pergunta ao empregado o que é que eles costumam servir.
Responde-lhe o empregado:
- Olhe! Nós, aqui em Lisboa costumamos servir cachorro-quentes!
- Então dê-me lá o cachorro! - responde-lhe o alentejano.
Quando o empregado lhe dá o cachorro, este abre-o e diz:
- Mas que droga(*)! Tinha-me logo que calhar a pior parte do cão!...
(*) Na verdade, o termo empregado é sinônimo de "bastão", "tacape", etc.
Como aqui no Brasil "aquele" termo acaba sendo um palavrão, usamos em seu lugar o "que droga".
Acontece a mesma coisa com o "shit!!...", bastante divulgado pelo cinema norteamericano, que sempre é traduzido como "droga!!..."