Enviado em 06/02/2008 - 13:53h
Muito embora se comente abertamente que o Kurumin será descontinuado, um post no próprio Guia do Hardware revela que o que vai mudar é a estratégia de atualização e liberação de versões.
A que temos atualmente é a 7.0 revisão 4.
O Marimoto e sua equipe passarão a trabalhar apenas com versões ESTÁVEIS do Debian. Isso exatamente porque ao trabalhar com versões instáveis a quantidade de bugs se torna bastante grande, dando um trabalhão para fazer a revisão X para consertar isso, a revisão Y para consertar aquilo e a revisão W para consertar aquilo outro.
Agindo eles dessa forma, é de se esperar que doravante saiam apenas uma ou duas versões (completas e estáveis) anualmente, e que a quantidade de revisões tenda a cair para zero.
Por outro lado, creio que qualquer equipe que apoie e ajude a desenvolver software livre precisa de mais apoio e menos críticas desfavoráveis.
Concordo que existem - não poucas - distribuições brasileiras e que podem ser iguais ou até mesmo superiores ao Kurumin. Porém é de meu parecer que, por seu inegável valor, o Kurumin será no mínimo inesquecível.
Quanto ao Distrowatch, eles monitoram 58 distribuições principais, e cerca de 200 outras. Não são eles que saem por aí pesquisando novas distros, portanto precisam que os desenvolvedores se apresentem. Hava vista ao fato de que os textos descritivos correspondem aos mesmo textos de "press release" de cada desenvolvedor. Talvez por isso certas distribuições tupiniquins não apareçam, pelo menos no meio daquelas 58.
A que temos atualmente é a 7.0 revisão 4.
O Marimoto e sua equipe passarão a trabalhar apenas com versões ESTÁVEIS do Debian. Isso exatamente porque ao trabalhar com versões instáveis a quantidade de bugs se torna bastante grande, dando um trabalhão para fazer a revisão X para consertar isso, a revisão Y para consertar aquilo e a revisão W para consertar aquilo outro.
Agindo eles dessa forma, é de se esperar que doravante saiam apenas uma ou duas versões (completas e estáveis) anualmente, e que a quantidade de revisões tenda a cair para zero.
Por outro lado, creio que qualquer equipe que apoie e ajude a desenvolver software livre precisa de mais apoio e menos críticas desfavoráveis.
Concordo que existem - não poucas - distribuições brasileiras e que podem ser iguais ou até mesmo superiores ao Kurumin. Porém é de meu parecer que, por seu inegável valor, o Kurumin será no mínimo inesquecível.
Quanto ao Distrowatch, eles monitoram 58 distribuições principais, e cerca de 200 outras. Não são eles que saem por aí pesquisando novas distros, portanto precisam que os desenvolvedores se apresentem. Hava vista ao fato de que os textos descritivos correspondem aos mesmo textos de "press release" de cada desenvolvedor. Talvez por isso certas distribuições tupiniquins não apareçam, pelo menos no meio daquelas 58.