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KDE recebe mais de € 1 milhão para acelerar desenvolvimento do ecossistema

Recursos do Sovereign Tech Fund reforçam trabalho em áreas centrais do KDE, com potencial impacto direto para usuários Linux, mantenedores e desenvolvedores que dependem do Plasma, do Frameworks e de outras peças do projeto.

Xerxes xerxeslins
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O KDE vai contar com um aporte superior a € 1 milhão do Sovereign Tech Fund para financiar desenvolvimento de software, segundo a cobertura original. A notícia é relevante para o mundo Linux porque o KDE está por trás de componentes usados em desktops, aplicações e bibliotecas amplamente adotadas em distribuições e projetos open source.

Na prática, esse tipo de investimento costuma ajudar a manter e evoluir peças que pouca gente vê, mas que fazem diferença no dia a dia: correções de bugs, melhorias de estabilidade, trabalho em segurança, manutenção de bibliotecas e avanço de infraestrutura que sustenta o Plasma e o restante do ecossistema KDE. Para sysadmins e devs, isso tende a significar software mais sólido, com menos retrabalho e menos dependência de esforço voluntário isolado.

O Sovereign Tech Fund é conhecido por apoiar infraestrutura digital aberta, com foco em segurança, resiliência e sustentabilidade de projetos de software livre. O KDE, por sua vez, é uma comunidade global de software livre e open source que mantém o KDE Plasma, o KDE Frameworks e uma coleção grande de aplicativos multiplataforma.

A reportagem não detalha, no material fornecido, quais tarefas específicas receberão o dinheiro nem o cronograma completo de execução. Ainda assim, o anúncio reforça uma tendência importante no ecossistema FOSS: projetos centrais do desktop Linux vêm atraindo financiamento direto para trabalho de base, algo que interessa tanto a usuários finais quanto a mantenedores e integradores.

Fontes

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#1 Comentário enviado por fabio em 13/05/2026 - 09:29h
Faz tempo que não uso o KDE. Ele tá bom em 2026?
#2 Comentário enviado por xerxeslins em 13/05/2026 - 13:32h
Tá ótimo! Estou usando Kubuntu. Tem muitas opções nas configurações, mas basta ignorar a maioria.

O Cinnamon, embora mais simples, exigia de mim mais configuração pós-instalação para deixar como eu gosto.

Os efeitos estão suaves e velozes, o "hot corner" no canto superior esquerdo funciona como no GNOME para exibir todas as janelas abertas. Na sessão Wayland há uma frescurinha legal de chacoalhar o mouse e o cursor começa a crescer, quanto mais chacoalha. Tudo redondo. Não tenho do que reclamar.

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