Processo de replicação de SCHEMA no Oracle
O processo de replicação de SCHEMA é uma tarefa importante e bastante frequente no dia-a-dia do DBA. Este artigo enfatiza certos cuidados e precauções a serem tomadas no processo. Automatizar depois de entender é uma boa prática.
Parte 3: Verificando privilégios do schema matriz
Temos até o momento 2 coisas importantes para continuar o processo, o dump para o nosso novo schema e informações de onde estão sendo armazenados os dados do schema origem.
Nesse ponto vou ressaltar que se os tablespaces do usuário (schema) novo não forem iguais ao usuário (schema) antigo na hora de importação, teremos erros de tablespaces. Por isso a preocupação em seguir o item 2 deste artigo.
Vamos em frente, assim como as estruturas de armazenamento de dados, nosso novo usuário (schema) deve possuir os mesmos privilégios que o usuário (schema) de origem.
Para obter tal informação devemos 1° conectar com o schema matriz (o usuário(schema) de origem):
conn <usuário>
Em seguida executar a seguinte query:
Pronto, temos agora mais um item para a nossa jornada, todos os grants to usuário(schema) de origem.
Nesse ponto vou ressaltar que se os tablespaces do usuário (schema) novo não forem iguais ao usuário (schema) antigo na hora de importação, teremos erros de tablespaces. Por isso a preocupação em seguir o item 2 deste artigo.
Vamos em frente, assim como as estruturas de armazenamento de dados, nosso novo usuário (schema) deve possuir os mesmos privilégios que o usuário (schema) de origem.
Para obter tal informação devemos 1° conectar com o schema matriz (o usuário(schema) de origem):
conn <usuário>
Em seguida executar a seguinte query:
select *
from session_privs;
from session_privs;
Pronto, temos agora mais um item para a nossa jornada, todos os grants to usuário(schema) de origem.