Mrxvt x Gnome-Terminal x Konsole
Quando iniciam no mundo Linux, os já viciados em Windows acreditam que konsole, terminal, xterm e etc são todos a mesma coisa. Em verdade, na maioria das vezes, sequer sabem o que é um xterm, uma vez que geralmente usam o KDE. Com o passar do tempo os mais afoitos por conhecimento passam a procurar gerenciadores de janelas alternativos e, pasmem, cadê o konsole?
Introdução
Quando falamos de Linux, é praticamente impossível fugirmos das - tão temidas por usuários de algumas outras plataformas - linhas de comando. Basta uma rápida olhada nas respostas às perguntas dos usuários do VOL para, rapidamente, perceber qual sua importância para qualquer linuxer.
Boa parte das perguntas segue a seguinte fórmula: "queria fazer A, então digitei B no terminal, mas ele me retornou a mensagem de erro C". Por sua vez, as respostas obedecem geralmente a essa outra: "digite D". Isso acontece em boa parte pela grande multiplicidade de distribuições, algumas com uma série infinda de scripts de configuração, outras não, sobrando para o terminal o elo de ligação entre todas elas. Há também o fato da grande utilização do Linux como servidor; em grande parte das vezes, por essa razão, sem interface gráfica. Há também muito forte, o grande leque de possibilidades que é aberto quando estamos trabalhando com linhas de comando, podendo assim tornar as tarefas do dia a dia melhor desempenhadas (embora não tão amigáveis). Por esses e outros motivos as linhas de comando são quase unanimidade entre os adeptos do Linux.
Mesmo quando tratamos com a interface gráfica, temos presentes as linhas de comando que usamos com o auxílio dos terminais gráficos. Há uma infinidade de terminais gráficos, os mais usados são o konsole (padrão do kde), gnome-terminal (padrão do gnome) e xterm (pai de uma infinidade de terminais gráficos, por exemplo: wterm, aterm, eterm, etc). Cada terminal gráfico apresenta suas vantagens e desvantagens, sendo portanto, cada qual mais adequado a um ou outro caso determinado e a um ou outro usuário.
Neste artigo tento expor as características de três terminais gráficos, o konsole, o gnome-terminal e o mrxvt; apresento as vantagens e desvantagens de cada qual deles. Assim, de posse dessas informações, os linuxers possam aprender cada vez mais e desfrutar as maravilhas da liberdade de escolha.
Então vamos lá!
Computador de teste:
Pentium 4 - 2.4 Ghz
512 MB de Memória
Debian 3.1
WindowMaker
OBS: Todos os pacotes são da árvore stable dos repositórios Debian.
Boa parte das perguntas segue a seguinte fórmula: "queria fazer A, então digitei B no terminal, mas ele me retornou a mensagem de erro C". Por sua vez, as respostas obedecem geralmente a essa outra: "digite D". Isso acontece em boa parte pela grande multiplicidade de distribuições, algumas com uma série infinda de scripts de configuração, outras não, sobrando para o terminal o elo de ligação entre todas elas. Há também o fato da grande utilização do Linux como servidor; em grande parte das vezes, por essa razão, sem interface gráfica. Há também muito forte, o grande leque de possibilidades que é aberto quando estamos trabalhando com linhas de comando, podendo assim tornar as tarefas do dia a dia melhor desempenhadas (embora não tão amigáveis). Por esses e outros motivos as linhas de comando são quase unanimidade entre os adeptos do Linux.
Mesmo quando tratamos com a interface gráfica, temos presentes as linhas de comando que usamos com o auxílio dos terminais gráficos. Há uma infinidade de terminais gráficos, os mais usados são o konsole (padrão do kde), gnome-terminal (padrão do gnome) e xterm (pai de uma infinidade de terminais gráficos, por exemplo: wterm, aterm, eterm, etc). Cada terminal gráfico apresenta suas vantagens e desvantagens, sendo portanto, cada qual mais adequado a um ou outro caso determinado e a um ou outro usuário.
Neste artigo tento expor as características de três terminais gráficos, o konsole, o gnome-terminal e o mrxvt; apresento as vantagens e desvantagens de cada qual deles. Assim, de posse dessas informações, os linuxers possam aprender cada vez mais e desfrutar as maravilhas da liberdade de escolha.
Então vamos lá!
Computador de teste:
Pentium 4 - 2.4 Ghz
512 MB de Memória
Debian 3.1
WindowMaker
OBS: Todos os pacotes são da árvore stable dos repositórios Debian.
eu uso o mrxvt ja a um tempo, leve, rapido, pratico e biblios externas!
valeu!