Enviado em 13/09/2012 - 21:21h
"Um passarinho azul do bico preto" passou voando por aqui com a vaga informação, assim "de leve", de que os bancários farão greve de novo, outra vez, novamente, como sempre, a partir do dia 18, como sói acontecer há décadas.
Eu mesmo, aos 14 anos de idade (bota tempo nisso) entrei para os quadros trabalhistas do Banco da Lavoura (posteriormente Banco Real e agora Santandér), e apenas dois dias depois houve a já tradicional greve, onde passei 14 dias em casa.
Daí em diante, ou seja, desde que me entendi por trabalhador, os bancários jamais deixaram de fazer a sua "grevezinha" anual, que sempre dura por volta de 15 dias.
Bancários (assim como outras classes trabalhadoras) já fazem greve por tradição, e não por necessidade.
Curiosamente somente deixaram de fazê-lo durante os anos 60, onde "inexplicavelmente" não houve a tão alegada "necessidade" de fazer greve.
Com certeza naquela época os banqueiros ficaram bonzinhos e atenderam previamente a todas as possíveis reinvindicações daquela classe...
Por via das dúvidas, todo cuidado é pouco para não sermos pegos de surpresa e passarmos por inadimplentes ou ainda ficarmos com o nosso dinheiro preso em algum lugar, gerando mais lucro ainda para os banqueiros, que adoram hospedar o nosso dinheirinho...
Perdoem o velho Teixeira, mas greve em país que deseja evoluir é coisa de BTT (burro, toupeira e tapado).
Aqui a greve deixou de ser instrumento de reinvindicação para ser instrumento de oba-oba, anarquia, baderna e prejuízo apenas para a população, jamais para as classes das quais se reclama.
País que se preza tem é de produzir, e não de fazer greves e feriados.
Eu mesmo, aos 14 anos de idade (bota tempo nisso) entrei para os quadros trabalhistas do Banco da Lavoura (posteriormente Banco Real e agora Santandér), e apenas dois dias depois houve a já tradicional greve, onde passei 14 dias em casa.
Daí em diante, ou seja, desde que me entendi por trabalhador, os bancários jamais deixaram de fazer a sua "grevezinha" anual, que sempre dura por volta de 15 dias.
Bancários (assim como outras classes trabalhadoras) já fazem greve por tradição, e não por necessidade.
Curiosamente somente deixaram de fazê-lo durante os anos 60, onde "inexplicavelmente" não houve a tão alegada "necessidade" de fazer greve.
Com certeza naquela época os banqueiros ficaram bonzinhos e atenderam previamente a todas as possíveis reinvindicações daquela classe...
Por via das dúvidas, todo cuidado é pouco para não sermos pegos de surpresa e passarmos por inadimplentes ou ainda ficarmos com o nosso dinheiro preso em algum lugar, gerando mais lucro ainda para os banqueiros, que adoram hospedar o nosso dinheirinho...
Perdoem o velho Teixeira, mas greve em país que deseja evoluir é coisa de BTT (burro, toupeira e tapado).
Aqui a greve deixou de ser instrumento de reinvindicação para ser instrumento de oba-oba, anarquia, baderna e prejuízo apenas para a população, jamais para as classes das quais se reclama.
País que se preza tem é de produzir, e não de fazer greves e feriados.