@juliaojunior
cara, é complicado.
Manter uma distro nacional, é meio que reinventar a roda. O kurumin tem essa fama, porque em uma época em que o linux tava engatinhando no desktop, o kurumin foi lá na mata com seu facão e abriu o caminho. A ÚNICA distro que eu vi até hoje que suporta winmodens numa boa, sem ter que ir pra telinha preta...
Não acredito que criar mais uma distro(convenhamos que é um mercado bem saturado hoje em dia) vá fazer realmente a diferença...mas nada é impossível!
Acho que seria mais inteligente por parte da comunidade, fortalecer o que já existe, poxa, temos distros ótimas para desktops como ubuntu e opensuse, pra que criar mais uma distro? vai ser só mais uma!! e se essa energia gasta pra criar uma distro fosse gasta para aprimorar uma já existente??
Penso que é nesse ponto que a força da comunidade se pulveriza: não tem necessidade de 3 ou mais(não se é isso mesmo) padrões de organização da estrutura do sistema (dá-lhe debian, redhat e slack. fora outros como arch, etc) se apenas um fosse aceito como padrão e aprimorado; não tem necessidade de se ter 500 distros se poderíamos pegar os desenvolvedores de todas elas e fizessemos 3 ou 4, porém completas!; não há necessidade de termos 200 players de música, 300 players de vídeo, 500 visualizadores de imagens, 100 gerenciadores de janelas, outros 50 clientes de bate-papo, se poderíamos fazer bem menos, porém com mais qualidade(vide o projeto aMSN2).
Uma distro nacional? não é mais fácil fazer apenas um remix, um spin??
A força da comunidade de nada adianta se continuar a ser usada de forma desordenada(não sei se ficaram sabendo da crise do projeto compiz...).
Finalizando, não é nada pessoal, apenas minha opinião.
Abraços! E memória longa ao kurumin!