O que ainda falta pra você abandonar o Windows de vez?
Resolvi escrever este artigo para ajudar a quem está na transição ou está na dúvida entre Windows e Linux.
Parte 2: O surgimento de alternativas
Houve então uma procura por possibilidades alternativas e aí entrou o Linux. A filosofia do "open source", onde tudo é gratuito e do conhecimento de todos. Ainda por cima, quem possuir conhecimentos de programação pode contribuir com uma ferramenta ou na melhoria de algum recurso do sistema. Ora, partindo do ponto de que todos têm acesso irrestrito ao Linux pode-se chegar a conclusão de que tudo é possível.
Eu posso baixar uma distribuição e modificá-la ao meu gosto e adaptá-la à minha necessidade, quando antes o máximo que eu poderia fazer era adaptar minhas necessidades ao sistema. Talvez aí esteja o grande diferencial do Linux em relação aos softwares "fechados".
Agora falando do início do Linux, comparando com o Windows, acredito que teve um outra vertente. A idéia do Linux (que vigora até hoje) é de um sistema funcional, que atenda as minhas necessidades, me encha de possibilidades e deixe-me despreocupado.
Como para isso não é preciso ícones bonitos, ou "coloridinhos", o Linux propagou-se inicialmente sem dar ênfase ao ambiente gráfico e sim a funcionalidade.
Ainda hoje é possível configurar um servidor de internet, com webmail, DHCP, proxy, servidor de FTP, etc, sem o ambiente gráfico e sem perder a confiabilidade, coisa que com outros sistemas é impossível.
Inversamente proporcional aos sistemas operacionais que "pedem" mais hardware a cada nova versão de seus softwares, o Linux não necessita de muita coisa para realizar suas tarefas com perfeição e é um exemplo de estabilidade e confiabilidade.
Citando um caso particular, conheço uma empresa que possui um servidor Linux (486 com 32MB) provendo internet para um condomínio inteiro (350 aptos.) sem ser desligado ou reiniciado há mais de 400 dias (hoje é 24/03/2006). Casos como este provam o quanto é poderoso o Linux com pouquíssimos recursos frente aos demais sistemas.
Eu posso baixar uma distribuição e modificá-la ao meu gosto e adaptá-la à minha necessidade, quando antes o máximo que eu poderia fazer era adaptar minhas necessidades ao sistema. Talvez aí esteja o grande diferencial do Linux em relação aos softwares "fechados".
Agora falando do início do Linux, comparando com o Windows, acredito que teve um outra vertente. A idéia do Linux (que vigora até hoje) é de um sistema funcional, que atenda as minhas necessidades, me encha de possibilidades e deixe-me despreocupado.
Como para isso não é preciso ícones bonitos, ou "coloridinhos", o Linux propagou-se inicialmente sem dar ênfase ao ambiente gráfico e sim a funcionalidade.
Ainda hoje é possível configurar um servidor de internet, com webmail, DHCP, proxy, servidor de FTP, etc, sem o ambiente gráfico e sem perder a confiabilidade, coisa que com outros sistemas é impossível.
Inversamente proporcional aos sistemas operacionais que "pedem" mais hardware a cada nova versão de seus softwares, o Linux não necessita de muita coisa para realizar suas tarefas com perfeição e é um exemplo de estabilidade e confiabilidade.
Citando um caso particular, conheço uma empresa que possui um servidor Linux (486 com 32MB) provendo internet para um condomínio inteiro (350 aptos.) sem ser desligado ou reiniciado há mais de 400 dias (hoje é 24/03/2006). Casos como este provam o quanto é poderoso o Linux com pouquíssimos recursos frente aos demais sistemas.
Se Linux rodasse tibiah, num precisaria mais do winn, mais nao roda, nao consigo, entao fico com os dois :(.