Guia de como se dar bem no Slackware sem recorrer a interface gráfica
Modo texto versão 0.1 - Guia introdutório sobre o bom uso do modo texto para configurar/curtir e adaptar seu GNU/Linux Slackware.Texto bem completo e didático, vale à pena conferir!
Parte 3: Por onde começar? (No princípio o programador fez o código...)
Ótimo, o que acontece quando liga seu computador? O sistema inicializa,
a BIOS faz uma procura para ter certeza de que tudo o que tem gravado no CMOS continua lá, procura por uma mídia de boot, e o inicializa.
Neste momento o LILO assume o controle do computador e carrega o kernel, mostra o que ele encontrou, normalmente discos, placas ISA, barramentos, placas de rede, dispositivo de áudio e carrega os drivers deles, certo? Depende...
Se, eu disse se, o LILO estiver configurado corretamente e se você configurou os drivers e módulos de seus periféricos e dispositivos corretamente, isso vai acontecer sim, caso contrário, espere só um sistema GNU/Linux, com um monte de coisas legais para configurar e porque não, aprender.
Está bom, instalei meu Slackware e minha placa de áudio não funciona... preciso compilar o kernel para faze-la funcionar? Bem, ainda não, no Slack (como seus usuários carinhosamente o chamam), tem um diretório onde você pode escolher os módulos necessários para que seu computador funcione, assim fica mais fácil, isso evita que você tenha de configurar seu kernel e compilá-lo, por enquanto.
Há também um arquivo de configuração com centenas de placas onde as chances são muitas de se achar seu hardware ali, o arquivo fica em /etc/rc.d/rc.modules, para carregar os drivers, é só descomentar a linha abaixo do nome do hardware.
Mas acreditem, aprende-se muito brincando na configuração (recompilação do kernel, nessa mesma página no final encontrará um link para um tutorial de como fazer isso de modo fácil e indolor. O que, eu disse fácil? Ah, eu me enganei... : - )
Você encontra esse diretório mágico com os drivers, módulos de dispositivos em /lib/modules/X.X.XX/ e em /lib/modules/X.X.XX/kernel/drivers, onde X.X.XX é o número que identifica o kernel, o meu por enquanto é 2.4.18. Mas você deve estar se perguntando:
"Mas Deus, quantos arquivos, o que farei com eles e como fazê-los funcionar?", acredite quando digo que esta é uma boa pergunta. Neste ponto iniciaremos nossa caminhada para a configuração de seu sistema com as próprias mãos, bem quero dizer na unha, através de comandos no terminal.
Neste momento o LILO assume o controle do computador e carrega o kernel, mostra o que ele encontrou, normalmente discos, placas ISA, barramentos, placas de rede, dispositivo de áudio e carrega os drivers deles, certo? Depende...
Se, eu disse se, o LILO estiver configurado corretamente e se você configurou os drivers e módulos de seus periféricos e dispositivos corretamente, isso vai acontecer sim, caso contrário, espere só um sistema GNU/Linux, com um monte de coisas legais para configurar e porque não, aprender.
Está bom, instalei meu Slackware e minha placa de áudio não funciona... preciso compilar o kernel para faze-la funcionar? Bem, ainda não, no Slack (como seus usuários carinhosamente o chamam), tem um diretório onde você pode escolher os módulos necessários para que seu computador funcione, assim fica mais fácil, isso evita que você tenha de configurar seu kernel e compilá-lo, por enquanto.
Há também um arquivo de configuração com centenas de placas onde as chances são muitas de se achar seu hardware ali, o arquivo fica em /etc/rc.d/rc.modules, para carregar os drivers, é só descomentar a linha abaixo do nome do hardware.
Mas acreditem, aprende-se muito brincando na configuração (recompilação do kernel, nessa mesma página no final encontrará um link para um tutorial de como fazer isso de modo fácil e indolor. O que, eu disse fácil? Ah, eu me enganei... : - )
Você encontra esse diretório mágico com os drivers, módulos de dispositivos em /lib/modules/X.X.XX/ e em /lib/modules/X.X.XX/kernel/drivers, onde X.X.XX é o número que identifica o kernel, o meu por enquanto é 2.4.18. Mas você deve estar se perguntando:
"Mas Deus, quantos arquivos, o que farei com eles e como fazê-los funcionar?", acredite quando digo que esta é uma boa pergunta. Neste ponto iniciaremos nossa caminhada para a configuração de seu sistema com as próprias mãos, bem quero dizer na unha, através de comandos no terminal.