Apresentando o CentOS - The Community Enterprise Operating System
Para quem nunca ouviu falar, uma pequena introdução: o CentOS, acrônimo de Community Enterprise Operating System, é uma versão livre do famoso (e caro) RHEL - Red Hat Enterprise Linux, criada pela respectiva comunidade a partir da (re)compilação do código fonte fornecido pela própria Red Hat, a gigante do Linux empresarial. Não entendeu nada? Então continue lendo.
Fatos e fotos
The Community Enterprise Operating System, numa tradução livre, seria "O Sistema Operacional Comunitário de Classe Empresarial", ou seja: foi feito para grandes empresas, mas você pode usá-lo de graça no seu pequeno negócio, ou na sua casa.
E essa história de copiar o RHEL - Red Hat Enterprise Linux?
Sim, é verdade. O CentOS é praticamente uma cópia "bit a bit" do RHEL, possível e absolutamente honesta.
Vocês lembram das liberdades de que o Richard Stallman tanto fala?
Pois elas valem para a Red Hat e trazem, na verdade, uma obrigação (Liberdade 3, parte final), que é "devolver" à comunidade o código-fonte modificado, que pode assim ser reutilizado na criação do CentOS (e para "desespero" da Red Hat, também pela Oracle, que cria um clone do RHEL com seus softwares de banco de dados pré-instalados. Sacanagem? Não: GPL).
E para encerrar os fatos sobre o CentOS, a definição do conhecido site Distrowatch:
Vejam mais em: http://distrowatch.com/table.php?distribution=centos
E as "fotos"?
Aqui: http://www.best-website-design-company.com/index.php?linux&release=CentOS%206.0
O CentOS é "clássico" na aparência, ou não é?
E essa história de copiar o RHEL - Red Hat Enterprise Linux?
Sim, é verdade. O CentOS é praticamente uma cópia "bit a bit" do RHEL, possível e absolutamente honesta.
Vocês lembram das liberdades de que o Richard Stallman tanto fala?
- Liberdade 0: A liberdade para executar o programa, para qualquer propósito.
- Liberdade 1: A liberdade de estudar como o programa funciona e adaptá-lo às suas necessidades.
- Liberdade 2: A liberdade de redistribuir, criando cópias para ajudar o próximo.
- Liberdade 3: A liberdade de modificar o programa, liberando essas modificações para que toda a comunidade se beneficie.
Pois elas valem para a Red Hat e trazem, na verdade, uma obrigação (Liberdade 3, parte final), que é "devolver" à comunidade o código-fonte modificado, que pode assim ser reutilizado na criação do CentOS (e para "desespero" da Red Hat, também pela Oracle, que cria um clone do RHEL com seus softwares de banco de dados pré-instalados. Sacanagem? Não: GPL).
E para encerrar os fatos sobre o CentOS, a definição do conhecido site Distrowatch:
O CentOS, como grupo, é uma comunidade de contribuidores de código aberto e de simples usuários. Usuários típicos do CentOS são organizações e indivíduos que não precisam de suporte comercial pago para uma operação bem sucedida. CentOS é 100% compatível com e uma reconstrução do Red Hat Enterprise Linux, em plena conformidade com os requisitos de redistribuição da Red Hat. O CentOS é para pessoas que precisam da estabilidade de um sistema operacional de classe empresarial sem o custo da certificação e do suporte.
Vejam mais em: http://distrowatch.com/table.php?distribution=centos
E as "fotos"?
Aqui: http://www.best-website-design-company.com/index.php?linux&release=CentOS%206.0
O CentOS é "clássico" na aparência, ou não é?
Parabéns!